O presente artigo trata de assunto que raros empresários se preocupam: o que acontece com sua empresa familiar quando um sócio vem a falecer e nenhum tipo de planejamento sucessório ou proteção societária foi realizado. Trata-se, aqui, de um estudo de caso de uma empresa familiar hipotética, elencando as eventuais consequências para a empresa, sócios remanescentes e familiares sobre a falta de planejamento para casos de sucessão. Esta pesquisa se baseou nas informações disponíveis na legislação e em alguns conceitos trazidos por alguns autores para sua contextualização. Com o objetivo de apresentar uma alternativa capaz de proporcionar a continuidade da empresa, preservar sua saúde financeira; além de evitar possíveis desentendimentos e a entrada de pessoas estranhas à idealização do negócio ao quadro societário. Foi trazido, ao fim, uma alternativa simples e viável para a manutenção das atividades da firma e garantia dos familiares, evitando, inclusive, a entrada de pessoas estranhas ao projeto conceitual, valores e cultura da empresa. Sem sombra de dúvidas, a proteção societária deveria ser o mínimo de um planejamento sucessório que todo empresário preocupado com a sua família em uma eventual falta sua deveria fazer.