Caros leitores, Recrutadores, Gestores, Empresários, Empreendedores, ou mesmo aquele que está no processo de recolocação profissional: existe algo mais estratégico e crucial para uma organização do que o SER HUMANO? E, por falar nisso, quanto vale um colaborador exemplar, brilhante? Quanto será que custa um alto gestor, executivo totalmente descomprometido? Podemos afirmar que seria possível, de fato, uma empresa obter sucesso com colaboradores DESMOTIVADOS?

O Empresário ou o Administrador atento às mudanças que podem surgir sabe que, na era do conhecimento, o principal e importantíssimo ativo é o CAPITAL HUMANO. É sabido que as pessoas são os únicos verdadeiros agentes da empresa. Onde todos os ativos e estruturas, quer sejam tangíveis ou mesmo intangíveis, podem ser resultados das ações humanas.

Isto ocorre, pois todos dependem queiram ou não de PESSOAS, em última instância, para continuarem a existir, afinal, ninguém vive sozinho. É fato, que as empresas que não valorizam e também potencializam os seus colaboradores estarão consequentemente comprometendo de forma negativa o seu futuro. Temos como exemplos positivos a Microsoft, a Intel, a Sony, entre outras, de empresas que sustentam a força de uma gestão voltada para o capital intelectual e a valorização do conhecimento dos seus colaboradores.

Mas, onde está o conhecimento importante para o crescimento da organização? Ele se encontra onde está o colaborador. Ou seja, é o colaborador que levanta a informação e desenvolve a base de um conhecimento útil ao respectivo trabalho. Vemos que a esse colaborador interessa muito o crescimento da organização e o seu aprimoramento pessoal e profissional.

Desta forma, constatamos que o corpo funcional pode ser um grande laboratório de grandes inovações, atuando, caso haja uma política firme, de forma responsável, desenvolvedora do saber, respeitosa e de iniciativas.

Mas, vamos falar um pouco sobre práticas de Gestão de Pessoas, a área atualmente tem sempre novas responsabilidades, onde cabe preocupar-se com a valorização e com o desenvolvimento do CAPITAL HUMANO. Podendo ser entendido, por sua vez, como as competências individuais, valores e crenças, estilo de liderança, sistemas de compartilhamento de saberes.

Quanto melhor o Capital Humano, com certeza, maior será o resultado em produtividade, lucratividade etc., no presente e também no futuro. Vemos que um dos grandes desafios dos profissionais da área de Gestão de Pessoas é identificar a correlação entre investimento em Capital Humano e resultados potenciais.

Isto porque, a área de Gestão de Pessoas, cada vez mais, está saindo de uma perspectiva exclusivamente processual, onde predominava a área antiga de pessoal e voltando-se em uma ação mais concentrada, mais sistêmica e estratégica, sendo vinculada de fato às necessidades da Organização.

A transformação de toda essa nova visão pode ser contemplada em novos modelos conceituais de ação de Gestão de Pessoas, voltados atualmente para o fortalecimento do capital intelectual da Organização.

Vale ressaltarmos que os processos tradicionais ainda não são desprezados, muito pelo contrário, mas, podemos ver uma nova dimensão de Gestão de Pessoas, nascendo com uma visão estratégica e negociar, equilibrando, desta forma, ações de curto, médio e longos prazos.