A administração vem se despontando como a ciência que mais vem demandando generalidades de conhecimentos e, por conseguinte, provendo maiores possibilidades à empregabilidade na sociedade contemporânea.

            As ciências administrativas na sociedade contemporânea estão demandando a criação de estratégias formativas factíveis de favorecerem o desenvolvimento de políticas socioambientais que propiciem um desenvolvimento realmente sustentável.

            A projeção do empreendedorismo socioambiental na sociedade atual, tanto em nível global quanto local, não é apenas uma questão de redimensionar a conscientização da população; mas, sobretudo, uma premente necessidade e, mais: um imperativo à sobrevivência e à convivência mais digna para as gerações atuais e futuras.

            Diante das proposições anteriores sabe-se que a atual necessidade de conscientização se converte na finalidade de direcionar as discussões a fim de se tentar reverter às problemáticas atuais que se centram no desenvolvimento fundamentado na economia. Portanto, é inquestionável que o consenso se centra em problemas diversificados; todavia, a proveniência se converte sempre na mesma base: o modelo de desenvolvimento economicista.

            Sabe-se que as situações problematizadoras de ordem político-socioambiental, em toda a sua amplitude, geram um crescimento desordenado de algumas variáveis em detrimento de outras, como a histórica prevalência do crescimento econômico em desacordo com as demais variantes necessárias ao progresso sustentável, como: política, social e ambiental. Logo, a pobreza passa a ser o maior problema ambiental do planeta; assim, busca-se entender mais as empresas de forma que os administradores possam contribuir, com sua atividade profissional, para amenizar tal condição.

            Nessa ótica, objetiva-se propiciar subsídios ao curso de administração que ofereçam condições para, possivelmente, se (re)pensarem e/ou reestruturarem atitudes/ações, numa dimensão formativa, em nível  de graduação, intrínseca à sustentabilidade.

            A administração, indubitavelmente, vem se fazendo presente à ascensão de proposições estratégias para o crescimento de organizações e instituições em prol do recrudescimento da sociedade. As novas proposições na perspectiva da sustentabilidade vislumbram maior visibilidade às empresas, tanto públicas quanto privadas; assim, necessitando que suas probidades administrativas estejam sempre fundamentadas nas ciências e seus respectivos conceitos científicos.

            A sociedade está iminentemente orientada pelo mercado e o mercado pela crescente demanda de negócios sustentáveis; logo, a sustentabilidade passa a ser um bom negócio. O administrador deste século precisa estar consciente do quanto suas atitudes e ações precisam gerar lucros; mas, o entendimento de lucro deve ser repensado de forma a privilegiar o desenvolvimento, simultâneo, das variáveis socioambientais: política, social, econômico, ambiental e educacional devendo ser estes avanços socializados para as variadas camadas sociais com maior equidade (MARUJO, 2011).

            É um imperativo, às instituições formadoras a ampliação das condições formativas profissionais. Pois, considera-se que para a formação intelectual, instituições de ensino precisam repensar as formas de assimilação dos conteúdos científicos.

            Outra condição necessária à formação é a necessidade de privilegiar ações e práticas sustentáveis, pois as tomadas de decisões devem estar consonantes com os valores humanos e com a constante capacidade criativa, crítica e reflexiva para lidar com os desafios da profissão.

            Há tempos, observa-se o quanto a era da informação vem demandando necessidades para que os administradores atendam as constantes surpresas e desafios, em especial, numa perspectiva organizacional. Cada vez mais se necessita de uma formação de graduandos que os possibilitem pensar a administração na dimensão da sustentabilidade.

            A graduação em administração vem necessitando do empreendimento de atividades na perspectiva da sustentabilidade a fim de orientar todo o seu processo formativo, especialmente, quando do surgimento da conscientização planetária das ameaças embutidas no projeto de civilização tecnológica – explosão demográfica da pobreza, industrialização poluente e uso predatório de recursos naturais – no final da era neoclássica. Logo, a atual Era da Informação proporciona pensar novas alternativas para se projetar as administrações.

            A administração aos poucos está conseguindo romper com o paradigma do crescimento; assim, redimensionando o conceito de desenvolvimento como condição necessária à expansão de uma sociedade mais equilibrada e harmônica.

            No contexto acadêmico não é diferente. O ensino vem sendo repensado como uma proposta mais inovadora, de forma a atender às expectativas de um alunado cada vez mais exigente e sintonizado com as novidades da sociedade globalizada: on line, full time e on time.

            O profissional da administração deve buscar dimensionar a sua própria capacidade de interação para ter uma atitude mais crítica e reflexiva sobre a sociedade, porque as imensuráveis demandas oriundas do universo global, em que as informações estão cada vez mais constantes e voláteis, bem como, em sua maioria, propensas à rápida descartabilidade, o que vem acontecendo com os produtos, os serviços e, também, com as informações.

            Diante destas considerações, observa-se o quanto o curso de administração deve rever e redimensionar o seu ambiente formativo, assim, propondo uma formação fundamentada em práticas mais sustentáveis.

            Os futuros profissionais de administração deverão ser empreendedores capazes de promover crescimento integrado com a sustentabilidade, mediante proposições, simultaneamente, resilientes e flexíveis possíveis de promoverem um pensar e, sobretudo, um agir propenso a atender toda a sociedade em todas as suas dimensões.

            A administração vem proporcionando novas formas de observação às organizações com o intuito de subsidiar uma gestão mais flexível, capaz de combater as diversificadas problemáticas socioambientais. Nesse dimensionamento, torna-se imperativa a promoção de políticas em cujo processo constitutivo esteja presente a sustentabilidade, para a reconstrução de ambientes mais equilibrados.

            De outro prisma, a historicidade administrativa, não diferente da história da sociedade moderna, mostra que a superação de problemas decorrentes do desenvolvimento industrial exige um novo direcionamento, por meio do qual as ações de medidas restritivas ao aumento da produção tenham melhor controle. Assim, surge uma idealização de racionalidade ecológica, que reivindica sua condição de princípio balizador e limitante do próprio desenvolvimento econômico (MARIOTTI, 2007).

            Não obstante, sabe-se que a sociedade atual está se desenvolvendo insustentavelmente. A preocupação com o desenvolvimento a todo custo, em especial numa dimensão econômica em detrimento do socioambiental, continua fragilizando a nossa sobrevivência, porque a concentração de renda continua nas mãos da minoria.

            Assim, evidencia-se que os graduandos em administração serão os futuros gestores das administrações públicas e privadas que compreenderão o mercado e orientarão a sociedade. Para tanto, esses profissionais precisam ser formados entendendo que a sustentabilidade, em toda a sua amplitude, deve ser uma condição necessária para o desenvolvimento da sociedade.

            O desafio atual de formação do administrador é preparar um profissional para atuar como agente transformador, capaz de ajustar-se com rapidez aos avanços da ciência e da tecnologia no estabelecimento de uma nova ordem. (GUERRA, 2002, p. 6)

            Há uma necessidade de se estabelecer para o processo formativo condições que a pesquisa seja um componente fundamental para o desenvolvimento da atividade profissional. Esta é uma situação capaz de demandar competências, habilidades, atitudes, valores e ética para a formação dos profissionais em administração.

            Cabe também sinalizar que a formação não é somente um problema de apropriação ou construção de conhecimentos teóricos pensados para a prática, e sim, um processo de pensar e intervir na prática sempre com fundamentação em referências que contém visibilidade para os contextos de pesquisa (NÚÑEZ; RAMALHO, 2004).

            A intervenção na prática, a partir da maior fundamentação teórica e conceitual, torna-se uma responsabilidade e consequente comprometimento ético-profissional com a administração sustentável e a construção de conhecimentos e saberes pelos administradores como sujeitos construtores da sua identidade profissional.

            A formação do graduando em administração deve ser implementada de maneira que se possa, no contexto acadêmico, integrar tais exercícios profissionais de natureza teórico-conceitual às práxis necessárias para a desenvoltura de ações possíveis de serem enfrentadas no contexto empresarial real.

            Sendo assim, considera-se tais possibilidades apresentadas interessantes para a formação do graduando em administração, porque uma formação inicial fundamentada nestas mencionadas posições, possivelmente, promoverão subsídios capazes de proporcionar aos futuros profissionais repensarem seus projetos, tanto de cunho pessoal e social quanto de cunho profissional.

            Drucker (2000) foi o primeiro a vislumbrar o que viria depois, nos anos 90: as teorias que se voltam para os bens intangíveis, como a gestão do conhecimento e o relacionamento com os clientes. Os administradores de conhecimentos serão avaliados e valorizados de acordo com sua habilidade de criar, imaginar, julgar e construir relacionamentos (DRUCKER, 2000). Ainda, o mesmo autor propõe a seguinte reflexão: o mercado é definido pela demanda, e não pela oferta. Em relação à globalização: ‘todos os homens de negócios têm de estar atentos ao fato de que existe uma economia mundial, por mais local e restrito que seja o mercado de seus produtos’. (DRUCKER, 2000, p. 58)

            O desafio da integração com a globalização se apresenta como consequência à administração das organizações: a administração da incerteza (ROBBINS, 2007). As modificações aceleradas, o crescimento das organizações, a concorrência travada por estas organizações, o desenvolvimento tecnológico, os fenômenos econômicos da inflação e a internacionalização das atividades, exigem novas formas, outros modelos de organização e as problemáticas socioambientais, que segundo este autor, devem buscar uma mentalidade compatível com os novos desafios do mundo global e local.

            A formação do administrador deve contemplar novas competências, resiliência e responsividade. Por isso, os cursos de graduação de administração devem proporcionar para os seus graduandos, em conformidade com o parecer aprovado do Conselho Nacional de Educação sobre as Diretrizes Curriculares, ainda mais qualidade durante o processo formativo, como: “ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional” (DCNCGA, 2008, p. 13).

            O desenvolvimento das referidas condições formativas tornam-se mais necessárias quando se depara com a crescente competitividade comum do mercado atual, decorrente das mudanças sociais e econômicas, do redimensionamento dos processos de produção e da necessidade de apresentar novos estilos de gestão empresarial para atender uma sociedade mais ambientável.

            Propõe-se que novos modelos formativos releguem a formação centrada na superespecialização de objetivos quantificáveis que valorizam o conteudismo e o mecanicismo e passe a considerar que a formação sustentável torna-se uma condição formativa profissional mais generalista, de competências e habilidades múltiplas, principalmente, que proporcione a adaptabilidade às constantes mudanças advindas da sociedade global capazes de atender as demandas e a dinamicidade do mercado.

            Pois, pretende-se que a formação do administrador seja orientada pela incessante concepção de maximização de lucros, ou seja, deve atender os acionistas e desenvolver ações socioambientais que por sua vez atendem as necessidades da população. A formação deve passar a ser norteada pela sustentabilidade e pela responsabilidade socioambiental corporativa de maneira que a administração compreenda a organização como um todo, ou seja, pertencente ao ambiental.

            Mediante estas condições formativas busca-se uma maior horizontalização dos corpos docente e discente, a qual deve promover sempre o estreitamento deste relacionamento com a finalidade de favorecer o processo de ensino e aprendizagem, de forma que as partes se complementem. Assim, privilegiando a constante e necessária troca de informações e o desenvolvimento do pensamento e das consequentes ações que contemplem mais criatividades pertinentes aos conteúdos peculiares à academia e ao mercado cada vez mais consumista.

            Práticas empresariais sustentáveis vêm sendo cada vez mais intensificadas e aceitas, pelo fato da sociedade estar cada vez mais necessitada de propostas que promovam os negócios, mas, que também promovam a qualidade de vida à população; logo, a formação dos administradores deve estar em sintonia com tais necessidades.

            Os graduandos em administração devem se formar numa dimensão onde os conhecimentos teórico-conceituais pertinentes às ciências administrativas sejam orientadores de suas proposições futuras. E assim, integrando todas as áreas organizacionais para com as constantes demandas informacionais necessárias à prospecção estratégica necessária para o desenvolvimento.

            Ratifica-se a relevância de uma formação ampliada, complexa, flexível e proativa para os administradores, porque estes futuros profissionais precisam estar preparados para lidar cada vez mais com a obsolescência de produtos, serviços e, em especial, de conhecimentos.

            A formação também deve harmonizar mais o binômio – sustentabilidade e responsabilidade socioambiental – o qual se torna um propulsor à administração pós-moderna, precipuamente, quando da previsibilidade e do provisionamento de estratégias de desenvolvimento para com a finalidade de favorecer as gerações presente e futura.

            Acrescenta-se a estas posições, outras, como a de se redimensionar a ética e a responsabilidade das empresas com a sociedade levando em conta a conotação de ser elaborada uma ampla ressignificação do trabalho, desatrelado à valorização do elevado status de ser associado ao acúmulo monetário, que o mesmo pode conceder a quem o realiza, inclusive, o trabalho doméstico e familiar, que, ainda, não possui esta sistematização atrelada à cultura financeira.

            A responsabilidade socioambiental não é filosofia, técnica, modismo, gestão, ideologia, mas estratégia empreendedora que transforma as organizações, fazendo com que ela se torne mais competitiva, dinâmica, transparente, humana e ética. Afinal, são por meio destes requisitos que as organizações conseguem o retorno financeiro como um lucro socioambiental.

            Interessante mostrar que no mundo corporativo a necessidade de maior conscientização socioambiental faz surgir uma série de novos termos, especialmente, a sustentabilidade. Numa perspectiva, administrativo-empresarial a construção de um negócio sustentável continua sendo um enorme desafio.

            A possível fórmula do sucesso, se é que se pode considerar que esta exista, passa por incluir a questão socioambiental nas políticas de governança corporativa como mecanismo de controle e de iniciativas imprescindíveis ao desenvolvimento mais equilibrado da sociedade ambiental.

            Precisa-se pensar numa administração que contemple o desenvolvimento de forma que todas as supracitadas variáveis da sociedade possam, integralmente, compor as necessidades de um crescimento mais equilibrado e, consequentemente, proporcionar melhores condições de vida para todos.

            A sustentabilidade converte-se numa preocupação do mundo atual. Vem-se projetando como objeto de inquietação nas esferas governamentais em todos os níveis, ou seja, trata-se de uma problemática que acomete o desenvolvimento sustentável de todo o planeta.

            Sustentabilidade se define como um princípio de uma sociedade que mantém as características necessárias para um sistema social justo, ambientalmente equilibrado e economicamente próspero por um período de tempo longo e indefinido (WCED, 1987, p. 34).

            Esta temática vem se convertendo numa questão necessária à sobrevivência das gerações e também dos negócios. Este entendimento vem se transformando numa condição que cada vez mais está demandando o crescimento dos mercados que já se orientam por esta tendência e, ainda, tornando os consumidores mais conscientes da importância de ações mais ambientáveis, embora o consumo ainda esteja desenfreado.

            Numa dimensão psicossocial, a maior inter-relação entre o binômio pensamento e ação favorece a reflexão sobre a sustentabilidade, tanto numa perspectiva sócio-educacional quanto administrativo-organizacional. Espera-se que tais relações sejam revertidas em condições necessárias para se prospectarem mais atividades capazes de trazer novas e sustentáveis consequências favoráveis à administração.

            Em relação ao meio ambiente pode-se observar que a sua capacidade de auto-renovação não é como antigamente se pensava, emerge dessa proposta a idéia de preservação onde não mais se pode adotar uma política extrativista, considerando o meio ambiente como uma fonte inesgotável de matéria prima.

            A sustentabilidade é defendida a partir da maior conscientização sobre a importância de se entender e desenvolver esta premente temática como questão fundamental e necessária para empreendê-la, para tanto, é notório acrescer uma condição – deve-se passar, de fato, por uma mudança de pensamento.

            O desenvolvimento compreende uma estratégia política necessária capaz de prover à prospecção dos países, num contexto mundial, mediante as premissas pertinentes às proposições capitalistas que evidenciam a economia e o seu crescimento como proposição fundamental para sua ascensão.

            Entretanto, a atual mentalidade de se permanecer nos moldes capitalistas – que visam uma produção linear, o lucro financeiro para poucos e o caráter descartável das relações comerciais, tende a obstaculizar o desenvolvimento da sustentabilidade, pois é imprescindível que se torne tal produção cíclica, redimensionando tais moldes do capitalismo a ponto destes seguirem a ótica sustentável.

            Logo, a sustentabilidade como política socioambiental vem sendo entendida como estratégia necessária para o crescimento possível de promover a integração dos sistemas orgânicos sociais necessários ao progresso mais justo. Esta possibilidade desenvolve-se como uma alternativa política e ideológica, pois para se promover ações sustentáveis demanda-se manter a relação e a integração entre as questões político-socioambientais.

            A sustentabilidade converge-se num eixo propulsor que favorece a evolução e o progresso das políticas globais e, por conseguinte, se apresenta como um paradigma dominante que vem propondo o recrudescimento econômico, sim, mas não em detrimento das demais variantes sociais como intensamente vêm ocorrendo.

            A sustentabilidade é uma questão fundamental para o desenvolvimento que tenderá a atender às necessidades das gerações presentes sem comprometer a possibilidade das gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades (WCED, 1987).

            Nesse dimensionamento, a sustentabilidade vem se redimensionando e se incorporando ao vocabulário da sociedade global como uma proposição estratégica necessária para o desenvolvimento.  Para tanto, ostenta-se que a sustentabilidade antes de ser uma necessidade para o desenvolvimento da sociedade contemporânea é uma condição para a sua sobrevivência.

            A responsabilidade socioambiental é uma condição simbiótica e sinérgica à constante evolução da sustentabilidade e, sem dúvida, necessária para proporcionar um desenvolvimento contínuo. Dessa forma, a responsabilidade socioambiental passa a ser uma consequência de políticas ambientáveis, ou melhor, orientadas por proposições baseadas na sustentabilidade, de forma que as variáveis: educacional, ambiental, social, política e econômica se desenvolvam necessária e simultaneamente.

            Ademais, defende-se que tal trilogia carece e sempre carecerá de refutações porquanto se acreditar que esta condição é fundamental para dar continuidade à pesquisa e fazer surgirem novas. Tais considerações convergem para a essência da sustentabilidade. Pois esta é uma temática emergente e que depende da agregação de variadas informações peculiares à era da informação.

            Finalmente, ostenta-se que a sustentabilidade deve ser entendinda como condição fundamental para o desenvolvimento formativo pessoal, social e profissional do administrador, por ser capaz de proporcionar uma melhor capacidade de previsão e provisionamento de estratégias fundamentadas na perspectiva da sustentabilidade, como condições relevantes para se promover a responsabilidade socioambiental.