Em tempos de crise, como a pandemia atual de Covid-19, percebemos o quanto é necessária a experiência e a teoria empírica de um Administrador, seja na esfera política ou até mesmo nas organizações e em pequenos empreendimentos. O papel do líder sempre será reativo e proativo, principalmente em momentos de atribulação, porém, a tomada de decisão deve ser construída com solidez e eficácia. A sensação de despreparo é notória.

Contudo, a assessoria e o aconselhamento devem ser primordiais durante uma crise, mesmo que a última opinião seja da liderança modelo de liderança, segundo Chiavenato. O capital humano, na prática, tem também um papel fundamental para a execução do que for determinado.

Para Chiavenato (2006, p. 18–19) a liderança “(…) é essencial em todas as funções da Administração: o Administrador precisa conhecer a natureza humana e saber conduzir as pessoas, isto é, liderar”

O interesse próprio das lideranças políticas e institucionais deve estar em segundo plano, pois são vidas que dependem de decisões assertivas e diretas. As ações políticas e partidárias estão sendo discutidas não só nas redes sociais como também nos meios de comunicação, trazendo muita histeria e descontentamento por parte da população. Estamos deixando de lado a uniformidade e o foco na causa e efeito.

Não existem estratégias no âmbito organizacional, as empresas estão à deriva no cenário externo e se estas mesmas empresas não agirem com rapidez e precisão cirúrgica, pode ser tarde demais. Muitas famílias dependem desta tomada de decisão. Se o responsável pela tomada de decisão não estiver preparado, poderá tomar a decisão errada, impactando direta e indiretamente a sociedade. O papel do Administrador neste momento torna-se fundamental.

Pensando em todos estes cenários, positivos ou negativos, agora, mais do que nunca, a sociedade necessita que entrem em ação Administradores e gestores que possam trazer solução e tranquilidade, evitando um caos desenfreado.